O corpo. O corpo ouve, o corpo canta, o corpo dança, o corpo fala. Ele fala através da cor e da temperatura, do rubor do reconhecimento, do brilho do amor, das cinzas da dor, do calor da excitação, da frieza da falta de convicção. Ele fala através do seu bailado ínfimo e constante, às vezes oscilante, às vezes trêmulo. Ele fala com o salto do coração, a queda do ânimo, o vazio no centro e com a esperança que cresce.
O corpo se lembra, os ossos se lembram, as articulações se lembram. Até mesmo o dedo mínimo se lembra. A memória se aloja em imagens e sensações nas próprias células. Como uma esponja cheia de água, em qualquer lugar que a carne seja pressionada, torcida ou mesmo tocada com leveza, pode jorrar dali uma recordação.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Quem é Vera Maria Medeiros?
Este blog foi realizado pela minha amiga e fã, Álida Carvalho para que eu possa conversar sobre temas de musica, musicoterapia, psicopsicoterapia, desenvolvimento hum ano, e a vida continua....titulo das vivencias que realizo para a maturidade com grupos de pessoas de 50 anos em diante, astromusica, musica das esferas, PIANO minha paixão, pedagogia do piano e assuntos atuais relacionados ao som e sua influência na vida humana. Tenho 62 anos e 58 dedicados a música, pois desde os quatro o piano atraiu a minha atenção e é o foco das minhas realizações. Sou Bacharel em Piano, em Direito e Licenciada em Letras, pós-graduada e especialista em musicoterapia, cuja clínica exerço desde 2003 atendendo adultos e crianças individualmente , mas nos ultimos tempos dedicando-me mais às vivencias grupais.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Estudando em casa
"O músico procura
Fixar em cada verso
O cântico disperso
Na luz, na água e no vento.
Porém, luz, vento e água
Variam riso e mágoa,
De momento a momento.
E em vão a área dos dedos
Se eleva! Não traduz
Os súbitos segredos
Escondidos no vento,
Nas águas e na luz... "
Pedro Homem de Mello, in "Segredo"
Fixar em cada verso
O cântico disperso
Na luz, na água e no vento.
Porém, luz, vento e água
Variam riso e mágoa,
De momento a momento.
E em vão a área dos dedos
Se eleva! Não traduz
Os súbitos segredos
Escondidos no vento,
Nas águas e na luz... "
Pedro Homem de Mello, in "Segredo"
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